quarta-feira, 28 de julho de 2010

Raúl (para sempre) Madrid


Jamais cogitei qualquer possibilidade de ver Raúl com a camisa de um clube que não fosse a do Real Madrid, mas esse triste dia chegou. O maior artilheiro da história merengue, com 323 gols em 741 partidas, deixou o Real e assinou com o Schalke 04.


Com o Madrid, Raúl conquistou seis vezes a La Liga, três Champions League (sendo o maior artilheiro da história da competição, com 66 tentos), quatro Supercopas da Espanha, uma Supercopa da Europa e dois Mundiais Interclubes.


Ver Raúl jogar fez parte da minha adolescência. Sempre admirei a forma como ele se apresentava em campo e a maneira simples com a qual fazia gols. Se hoje tenho admiração pelo Madrid, com certeza Raúl foi uma influência.


Quando conversava com amigos sobre ídolos, o atacante do Real sempre figurava em minha mente. Não pelo futebol atraente, Raúl nunca foi um jogador espetacular, mas era um capitão como poucos. Ele possuía uma identificação gigante com o clube espanhol, algo muito raro no futebol atual, que pouco valoriza os ídolos.


Via Raúl como um ser de postura diferenciada, algo místico. Alguém que amava a camisa que vestia, assim como Marcos, Rogério Ceni e Maldini (os grandes capitães que tive a oportunidade de acompanhar).


A braçadeira, os beijos na aliança, os dedos que indicavam o número sete na camisa e por fim os socos no escudo do Real, sempre com dois dedos levantados. Definitivamente será difícil ver Raúl defender outras cores. Ainda mais dolorido será ver a mala do Cristiano Ronaldo assumir a camisa 7.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Longe de tudo


Perto de uma pane!!! Essa é a melhor definição para a minha mente. Pensar demais e em muitas coisas ao mesmo tempo definitivamente pode afetar a saúde mental de uma pessoa.


Tentar definir tudo e ter uma explicação para cada movimento próprio ou alheio é algo que ninguém deveria cogitar.


Entrei em um ciclo interminável de ansiedade. Queria que todos os dias voassem para que eu finalmente encontrasse uma resposta para os problemas criados pela minha mente, mas tudo foi em vão. Até então, pouco aproveitei o meu tempo livre.


Certas vezes é melhor deixar o tempo correr e aproveitar aquilo que já é uma realidade. Deixar acontecer, lembrar a essência, recarregar as energias...


Pensamentos soltos...


Sem respostas...


Órbita mental...


Realmente estou de férias?

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Noel Gallagher detona Rooney e Lampard


A goleada histórica da Alemanha sobre a Inglaterra (4 a 1) nas oitavas de final da Copa do Mundo também deu o que falar no mundo da música. Fanático por futebol e torcedor assumido do Manchester City, Noel Gallagher deixou de lado as persistentes questões sobre o fim do Oasis e soltou o verbo contra o fraco desempenho do English Team na Copa do Mundo.

No último domingo (11), pouco tempo antes da final entre Espanha e Holanda, o guitarrista demonstrou toda a sua insatisfação com o time comandado pelo técnico Fabio Capello e não poupou críticas a Wayne Rooney e Frank Lampard.

“O Rooney jogou como se estivesse sob o efeito da hipnose. É como se alguém o tivesse sob seu controle e falasse: 'Você vê aquela coisa redonda? Quando você for jogar, vai agir como se nunca tivesse visto uma dessas antes e não saberá o que fazer com ela’”, disparou Noel em entrevista à rede BBC.

O ex-Oasis também disse que quando a Premier League (Campeonato Inglês) retornar não quer nem ouvir elogios ao futebol dos dois atletas.

“No fim das contas, eles não foram bons o bastante. No ano que vem, quando eu estiver assistindo TV, não quero nem ouvir falar que Wayne Rooney ou Frank Lampard são jogadores de primeira linha do mundo”.

Noel finalizou ao dizer que jogadores de primeira linha são aqueles que decidem as partidas em torneios realmente importantes, caso de uma Copa do Mundo, o que rebaixaria o patamar de craques de Rooney e Lampard.

“Primeira linha do mundo quer dizer chegar a um torneio como a Copa e mostrar no palco do mundo o seu talento. Eles nunca fizeram isso. Existem muitos ingleses de primeira linha? Eu não acho!”.